Todos os amores são vãos, exceto o amor do presente
domingo, 7 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
"O que me mata é o cotidiano. Eu queria só exceções". CL
Madrugada. Apenas na madrugada existe um silêncio capaz de nos fazer escutarmo-nos. Se fizermos mais silêncio do que o silêncio da madrugada, a gente, de repente, como quem salta de um pesadelo, ouve a si.
Se em toda escolha, perde-se. Aí está minha dificuldade de escolher. Perder. Deixar ir. Aceitar o inexplicável da falta.
As vezes me sinto preso no tempo. Não se pode voltar e é preciso correr! É preciso correr! Não, não é preciso correr!
Se em toda escolha, perde-se. Aí está minha dificuldade de escolher. Perder. Deixar ir. Aceitar o inexplicável da falta.
As vezes me sinto preso no tempo. Não se pode voltar e é preciso correr! É preciso correr! Não, não é preciso correr!
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