quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
"Eu só quero absurdos"
É, eu quero absurdos! O absurdo do cotidiano. Das cores. Do amor com sabor de fruta mordida. O que é certo no amor? Eu quero o absurdo da ventania e do movimento abrupto de um susto. De uma palavra sentida. De um gesto. O absurdo de o suor entrar em contato com o chão quente. Do roçar de peles. Do carinho sussurrado. Da escolha incerta, mas escolhida. O absurdo do abismo. Do fluxo. Do acaso. Das certas incertezas. Da imensidão a ser descoberta. Eu não estou interessado em teorias, nem fantasias, nem muito menos no algo a mais. Eu só quero absurdos!
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Um comentário:
e eu, que hoje só quero o dia a dia... me vejo outrora nos seus absurdos.
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